sábado, 30 de junho de 2012

Porque é que consigo imaginar o Pedro Abrunhosa a cantar aquilo que acabei de escrever?

Um acordar tardio. Tentar perceber se está frio ou calor. Alguém que ouve Django, cujo som vem da sala e ecoa pelo corredor. Inércia galopante. O ritmo morno da Cesária Évora. Pensar no imediato: o que vestir, o que comer, como me arranjar, o que fazer primeiro. O leve alívio de que os pesadelos que tive esta noite não passaram disso mesmo.

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