Acredito que, na vida, só existam duas maneiras de encontrarmos a felicidade genuína: quando somos crianças e quando vivemos um amor (ou paixão) correspondido.
Eu acho que a felicidade está intimamente associada à memória.
Na minha opinião, quando vivemos um momento feliz, que nos parece bom/positivo, estamos tão absorvidos pelo mesmo, que o nosso cérebro nem pára para o analisar. Só quando passa o momento, e por comparação, é que nos damos conta, do quão felizes fomos. Felizes por um breve e/ou eterno momento, sem nos apercebermos.
Já o contrário acontece nos momentos não tão glamorosos. Acho que toda a gente se apercebe que está a ter, por exemplo, uma conversa chata ou não se está a divertir e o seu próprio cérebro só grita: "tira-me daqui!".
E... Visto que o que temos na nossa infância é uma memória apenas... Acho que até faz sentido o que digo. À medida quem que aprendemos a categorizar outros sentimentos, a vida vai complicando.
Nem mais!!
ResponderEliminarOu quando fazemos da vida exactamente o que sempre desejámos, eu acho :)
ResponderEliminarverdade! e acrescento a essa lista quando comemos chocolate hahahahaa
ResponderEliminarConcordo em absoluto (:
ResponderEliminar(sem querer rejeitei o teu comentário no meu blogue, que tola.)
Não concordo, a ideia de felicidade é treta. Para mim funciona por comparação. Embora compreenda que a infância pode ser vista como um período feliz.
ResponderEliminarVim aqui parar sem querer e achei graça aos teus dois blogs, pareces uma gaja porreira.
Esqueceste-te de quando comemos, quando como sou feliz! :p
ResponderEliminarGrande verdade! xx Parabéns pelo blog, encontrei-o e estou feliz por isso ter acontecido, estou a gostar muito :) xx Joana
ResponderEliminarEu acho que a felicidade está intimamente associada à memória.
ResponderEliminarNa minha opinião, quando vivemos um momento feliz, que nos parece bom/positivo, estamos tão absorvidos pelo mesmo, que o nosso cérebro nem pára para o analisar. Só quando passa o momento, e por comparação, é que nos damos conta, do quão felizes fomos. Felizes por um breve e/ou eterno momento, sem nos apercebermos.
Já o contrário acontece nos momentos não tão glamorosos. Acho que toda a gente se apercebe que está a ter, por exemplo, uma conversa chata ou não se está a divertir e o seu próprio cérebro só grita: "tira-me daqui!".
E... Visto que o que temos na nossa infância é uma memória apenas... Acho que até faz sentido o que digo. À medida quem que aprendemos a categorizar outros sentimentos, a vida vai complicando.
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P.
hum... nop!
ResponderEliminaraha.
ResponderEliminarto love and be loved. so simple, so satisfying, yet so .... fickle.
here's to hoping that we get more than one shot.
xx
LuLu
Breakfast After 10