quarta-feira, 11 de abril de 2012

Momento Alto do Jornal da Noite

"Isabel Alçada reconhece desvios mas nunca excessos", ouvi eu no noticiário. Isto pode constituir uma tremenda metáfora no contexto da sua vida sexual, justificando assim o seu ar de frígida esquisitóide.

Nota: Os últimos dois posts revelam subtilmente que tenho acompanhado, impiedosamente, o terceiro canal. Epá, alto lá que estão a falar sobre "o sucateiro de Ovar"...!

Só para que conste...

A Conceição Lino é outra que está com o cio. 


Imaginem-na numa ladies night na companhia da Lencastre e da Brazão... Até os escapes rebentavam!

domingo, 1 de abril de 2012

terça-feira, 27 de março de 2012

Acho que descobri em que é que os Linda Martini se inspiraram quando se lembraram de entitular o álbum como "Olhos de Mongol"

Pois bem, ando a dissertar há anos sobre a origem de uma herança genética pouco ou nada agradável à vista, e esteticamente intrigante, à qual podem assistir em qualquer banca de tendeiros numa feira... de aberrações ou não. Não exageremos, vá. Caro leitor, isto a comparar com o Homem Elefante é coisa para meninos.

Da próxima vez que forem às farturas e churros, prestem bem atenção a quem vos servir esse unguento de gordura comestível. Vão ver que me estou a referir aos "ciganos mongóis", como bem classificou o meu amigo Thomé Freire.

Refiro-me a homens e mulheres, por norma tendeiragem, que de orientais nada têm, no entanto, o seu traço mais badalado são os olhos em bico. Bom, quem ficava de olhos em bico era eu, quando os via na caravana dos churros com altivez. Perguntava-me sempre o mesmo: mutação genética? raça? doença? fealdade? exposição a radioactividade? CONSANGUINIDADE?!

Lamento mas não consegui encontrar foto desta particularidade no google. Agradeço também que alguém me elucide em relação à dita "particularidade".

E porque hoje foi um dia de merda...

segunda-feira, 26 de março de 2012

Uma coisa que costumo fazer

Repetir determinadas palavras exaustivamente até que estas soem a algo desconhecido, sem sentido, nunca antes ouvido. Se eu disser essa palavra mais de não sei quantas vezes, sinto que a palavra deixa de ter significado, parece que perde o seu sentido.

terça-feira, 13 de março de 2012

É impressão minha ou...

...a Alexandra Lencastre está com o cio? E a Sónia Brazão é outra que tal, que apesar das queimaduras, parece andar em brasa... literalmente.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Alguém via o Capitão Roby?

O Vítor Norte fez e sempre fará papéis de ordinário, em que exerce algum poder sexual sobre o mulherio - não me perguntem porquê.

O Capitão Roby passava na SIC, antes ou depois do Afrodísia (lembram-se?!). E ainda passavam o Maiores de 17 (sempre me perguntei porquê 17, e não maiores de 16, ou maiores de 18) na mesma noite, se fosse preciso. Deviam ser os tempos áureos em que o Ediberto Lima ainda andava pelo terceiro canal... Num outro post referirei todos esses shows fantásticos transmitidos no canal 3, durante os anos 90.

Anyway, no Capitão Roby, só me lembro do Vítor Norte a fazer-se passar por embaixador, e a comer gajas na casa dos 30, no interior de viaturas. Todas elas se chamavam Tina, Mena e nomes do género. Tipo o estilo da Mafalda Vilhena, Anabela Teixeira, por aí fora. Bom, não estou a fazer qualquer sentido portanto por aqui me fico.

Este aparte foi escusado.

domingo, 11 de março de 2012

Tenho um comunicado a fazer para a Worten:

Dediquem-se ao pastoreio! O staff da Worten é a personificação da incompetência! Só me fizeram perder tempo. Bah.

Ice, Ice Baby

Sempre que vejo uma carrinha frigorífica, acho sempre que lá dentro estão ocultados cadávares humanos. Como na série Dexter, o Ice Truck Killer, lembram-se?

quinta-feira, 8 de março de 2012

É hoje o dia em que as mulheres esperam que os homens as respeitem e as levem a sério, quando na noite anterior andaram desesperadas a tentar alcançar a genitália de um qualquer stripper coberto de óleo?...

Oh, eu até acho bem que se divirtam. Mas se querem forrobodó, não ajam como se não pudessem soltar a franga sem ser no so-called Dia da Mulher.
Afinal de contas, a mulher tem o direito de se divertir quando bem lhe apetece, logo, não precisa de um propósito pré-estabelecido que lhe dê uma espécie de alvará moral para ser capaz de concretizar uma loucura (qual despedida de solteira) que não seria capaz de cometer noutro dia qualquer.

Tomem a liberdade de fazerem o que vos apetece... quando vos apetece. E não quando a sociedade recomenda/aceita.

Já agora, se querem saber a minha opinião pessoal... eu não suporto striptease masculino. É um verdadeiro freak show, onde os homens não têm pêlos, dançam ao som de êxitos tenebrosos, e estão mais greasy que óleo de cedro - com bronzeado cor de madeira para combinar.

Fiquei atónita.

Hoje ouvi uma rapariga (obesa, por sinal) dizer para outra: "Opá, emagrecer custa dinheiro! Sai caro!".

E engordar, é de borla?!

domingo, 4 de março de 2012

Infelizmente

Não sei assobiar... É pena. Sempre quis ser capaz de assobiar aquele famoso assobio que a Elle Driver (Daryl Hannah) emite pelos corredores do hospital, no Kill Bill.


sexta-feira, 2 de março de 2012

Sobre "O Elo Mais Fraco"

Parece-me que o entusiasmo do Pedro Granger ao ser sádico com os concorrentes significa que ele está a experienciar the time of his life!

Bom, mas eu também humilharia uma professora de Inglês que não soubesse dizer "barata" na língua que lecciona. Que vergonha. Imagino as bocas que os alunos lhe mandaram durante as aulas.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Uma Aventura no Supermercado

Quando eu tinha 14 anos e a Mel era a minha partner in crime, lembro-me de ter feito coisas tão estúpidas quanto fantásticas e hilariantes.

Depois da escola, íamos ao Intermarché, que ficava mesmo ao lado.
Naquela altura, tive a oportunidade de roubar seringas da casa da psicóloga que me andava a tentar aliviar a crise da adolescência.


Com aquela idade, eu era, oficialmente, a freak-míope-esquisitóide-patinho feio-que-queria-ser-punk-ou-gótica (a malta lá na escola até assobiava o tema musical da Família Addams quando me viam passar nos corredores). Em contrapartida, a Mel era a miúda gira, loira, de olhos azuis, que eu admirava, e no fundo, também invejava, por não poder ser como ela. Porém, hoje dou-me excepcionalmente bem com ela. Lindamente.


Bom, mas passemos ao que interessa: afinal o que é que eu ia fazer ao supermercado?
Eu andava sempre com a seringa, qual junkie, mas o meu objectivo não era propriamente chutar-me. Era algo bem avantgarde! Eu tinha-me inspirado num dos livros d'Uma Aventura (espero que a Isabel Alçada esteja a ler isto), mais precisamente Uma Aventura no Supermercado, onde um velho louco ia ao supermercado e punha moscas mortas dentro da margarina, furava os pacotes de leite com a seringa, transferia líquidos de pacote para pacote... E eu comecei a fazer o mesmo! Até me cheguei a picar acidentalmente com a agulha da seringa e tive de ir ao lobby pedir um penso rápido!
Depois daquilo tudo, roubámos um carrinho de supermercado, eu empurrava-o com a Mel lá dentro, o carro caiu para a estrada, a Mel ia sendo atropelada, foi de loucos. A adrenalina era patética. Escondemos o carrinho mas uns putos do meu bairro roubaram-no.


Eu rio-me só de me lembrar esta bélle époque da minha adolescência miserável. Aquilo era um passo à frente, não era só roubar e vandalizar coisas, era algo mais que isso. E certamente também mais original. Era um desafio!
Ainda me lembro do casal que me apanhou ajoelhada na secção dos lacticínios, a transferir com a seringa, leite com chocolate, para pacotes de vinho e vice-versa. Eles ficaram atónitos, para meu júbilo e euforia.


Uma vez, eu e a Mel fomos a um supermercado mais pequeno aventurar-nos de seringa em punho e foi épico: eu tive a ideia de tentar que a seringa sugasse o líquido que conserva as azeitonas, mas estas bloquearam a agulha e ficaram presas na seringa! Eu puxava e bombeava a seringa furiosamente, ferozmente, e a Mel riu tanto que até mijou nas calças!


Acho que deviam fazer um filme sobre isto. A sério!

Não é que tenham muito a ver com isso, mas perguntam-me sempre.

1. "Então, já arranjaste namorado?!" - Esta é um clássico. Não ter ninguém faz de mim uma loser?
2. "Estás a estudar o quê? Ah... Então não foste para a Universidade?" - Não, não fui. Já tu, foste, sim senhor. No entanto, continuas no desemprego. E burro. Ah! Ah!

3. "Já tiraste a carta de condução?" - Não. É crime? É assim tão estranho? Devias-me agradecer pelo facto de eu não contribuir para a tua causa de morte na estrada... e a camada de ozono e a minha saúde também me agradecem. Ou vais tu pagar-me a carta... o carro?

4. "Ainda moras com os teus pais?" - ...Porquê, queres dar-me asilo?

5. "Como é que vai o trabalho?" - Que tentativa desesperada de saber se estou empregada e/ou a ganhar bem. Sem comentários.

Nunca se diz nunca, mas...

NUNCA visionarei um filme dobrado (a menos que seja de animação, obviamente).
NUNCA vestirei um casaco de peles verdadeiro.
NUNCA serei vegan.
NUNCA tatuarei um golfinho ou fantochada semelhante.

"Patrão fora, dia santo na loja!"

Eu deveria fazer como o Martinho da Vila e escrever uma cantiga sobre, não todas as mulheres que já tive, mas sobre todos os patrões que já aguentei.

Já tive uma patroa que me fazia trabalhar das 8am às 8pm e no fim, insatisfeita com o meu trabalho (empregada de mesa, empregada de balcão, mas também montava e desmontava a esplanada, limpava as retretes e todo o estabelecimento), despediu-me.

Tive um casal de patrões que me chegou a chantagear, imagine-se. Diziam que iriam contar umas merdas sobre mim ao meu pai se eu não aceitasse trabalhar durante mais alguns dias. Metiam-se sempre na minha vida e comentavam-na com todas as velhas que pululavam pela loja. Também me obrigavam a fazer crepes, sem experiência nem condições de higiene, em frente à populaça, que aguardava. Deu merda e eu apanhei um melão, obviamente.
Pagavam-me uma miséria e mandavam-me pressionar os clientes a comprar qualquer coisa - detesto fazer isso porque também detesto quando o fazem comigo.
Como vingança, recusei-me a tentar apanhar o rato que andava pela loja/cafetaria durante à noite. Ia aos computadores do andar de cima, deixava-os em sites pornográficos, aos berros, dizendo que era obra de taradagem que frequentava o local. Ao serão, aviava os licores de figo que lá vendiam. Ou seja, não fiquei a perder na totalidade.

Tive patroas em lojas de roupa, as "gerentes de loja", que me infernizavam a vida. Aquele ofício já era intriguista e competitivo o suficiente, dado que éramos só fêmeas a laborar.
Acreditem ou não, houve uma que até nos revistava as malas no fim do turno, a ver se tínhamos roubado alguma peça de roupa interior. Que parvoíce: se eu quisesse furtar, levava a roupa interior logo vestida, em vez de na mala, sítio que seria obrigatoriamente revistado pela superior. Bah.
Fora isso, levar horas de pé ao som de música comercial aos berros... era uma tortura digna da Santa Inquisição.

Tive um patrão que era um bimbo de primeira, e referia-se às estrangeiras como "cavalonas". Era benfiquista ferrenho, então só falava nisso, e esperava que eu tivesse voto na matéria, quando eu detesto futebol. E tinha esquemáticas duvidosas, isto é, enviava clientela para quartos fora da pousada em questão, etc. Além disso, dizia que eu não era simpática o suficiente. Eu sempre fui simpática e educada, simplesmente não tenho pinta de graxista. Fez-me pensar que teria um futuro assegurado naquele trabalho mas não me renovou o contrato, alegando injustamente que eu não me adaptei. Tretas. Arranjaram foi outro estagiário para me substituir, em que o IEFP pagava 60% do ordenado... Como se eu fosse parva. Se me vinguei? Não vou confidenciar o que fiz, com medo de represálias, mas posso dizer que fiz muito bem, devia ter ido mais longe, e nunca fui apanhada, nem jamais desconfiaram de mim. O que fiz foi inacreditável. Bom, quer dizer, há uma coisa que posso confidenciar, que não serei presa por isso... Havia um carocho que lá ia, pagava por um quarto para se drogar o dia inteiro. Uma vez que ele saiu à rua, eu infiltrei-me no quarto dele, substituí a heroína que estava no papel de alumínio por... Pimenta de caiena, meus amigos, pimenta de caiena! E um pouco de Nesquik, para atingir a cor ideal. Escusado será dizer que, quando o junkie chegou ao "local do crime", passou-se dos carretos, desceu as escadas aos berros, enquanto gritava ao telefone: "Vendeste-me merda, cabrão do caralho! Vou-te rebentar os cornos, 'tás fodido, foda-se!". Eu, a recepcionista inocente, tive de me controlar violentamente para não desatar à gargalhada perante aquele panorama hilariante. Deduzo que o gajo, aquando da negociata da segunda dose, tenha ajustado contas com o dealer. E ainda devia ir a espirrar... Sou terrível.

Lembro-me ainda de um patrão que só mentia, de forma patética, gabando-se de feitos passados de proporções épicas, e que conhecia toda a gente no submundo londrino e além-fronteiras. Ridículo. Era mais baixo que eu, tinha o cabelo de Sansão (com direito a condicionadores que cheiravam a caramelo), dizia às estrangeiras que era perito em conceber orgasmos alheios (awkward...)... E o sócio dele, que ao fim de contas também era meu supervisor, fechava-se no escritório a ver pornografia de contornos sadomaso, com gang bangs em que humilhavam asiáticas e mestiças. Lá hardcore ele era. Tanto que até se peidava e bufava dentro do escritório, e quando lá ia, vinham ao de cima autênticas "Hiroximas". Como ele se esquecia de apagar o histórico, quando eu lá ia para efectuar o fecho de caixa e contar o dinheiro, deparava-me com mil e um vídeos abertos, cujo conteúdo era, de facto, sinal de que ele com certeza ia para o trabalho puxar o lustro ao dito, na sua condição de punheteiro em horário de expediente.

Pois é. E depois de todas estas pérolas, e mais algumas, em que a entidade patronal era burra que nem uma porta, dizia "prontos" e me perguntava se eu tinha namorado, vejo-me num ofício cujo patrão é espectacular. Não tenho qualquer razão de queixa dele. Incrível. O ambiente de trabalho, a empatia entre os membros do staff, é muito importante.
Ao menos desta vez, tive sorte.

Sabem aquela sensação...

Quando adoram tanto uma determinada música, que não conseguem, pura e simplesmente, parar de ouvi-la. Inclusivamente, acordam com essa mesma música na cabeça e ficam a ressacar pela dita melodia, no entanto controlam-se ao máximo porque assusta-vos a possibilidade de, se a ouvirem vezes de mais, eventualmente se fartarem de a ouvir, enjoarem dessa música?... E aí a paixão por esse tema cessa, e já nem a conseguem apreciar com tanta intensidade como dantes...
É exactamente assim que eu me sinto em relação ao amor. É um medo de que tudo seja demasiado efémero, e simultaneamente demasiado eterno, demasiado permanente. É complicado e paradoxal. Um antagonismo estúpido que me tem feito nutrir paixões platónicas, disfuncionais e não correspondidas (ou não consumadas) ao longo destes anos.

60's

Uma coisa que me causa extrema irritação são aquelas pessoas que julgam que os anos 60 foram só e exclusivamente o apogeu do peace and love, festival de Woodstock, guerra do Vietname e consumo de drogas psicadélicas.
Os putos de hoje em dia, aquando de uma festa cuja temática são os 60's, vão todos fantasiados de hippies, achando que a década apenas foi uma alucinante experiência onde toda a gente se limitava a ouvir The Doors.
Então e as cantoras francesas yé-yé? E o beehive? E os mods VS rockers? E as rádios pirata? E a Mary Quant? E a Biba? E as go-go boots? E a sofisticação da Jackie Kennedy? E a Guerra Fria?

Pois é, os jovens de hoje em dia têm uma imagem errada, aliás, limitada, de uma década onde apenas acham que o pessoal só fumava ganzas e em que ninguém cortava o cabelo. Meus amigos, desses ainda existem, e durante os anos 60, não eram todos assim, e ainda bem, porque não gosto dessa malta do flower power, diga-se de passagem.
Deixem-me ainda dizer que as diferenças, mudanças e transformações entre a primeira e a segunda metade dos anos 60 foram abissais.
Resumindo: Não existiam hippies de barba e cabelo compridos a curtir o amor livre em festivais de música em 1962.

The kids are doing it wrong.
Há dias em que parece que nenhuma música nos cai bem no ouvido.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Clichés da Rede Globo: José Mayer e as Ninfetas

O José Mayer - considerado por muitas mulheres tão charmoso quanto o António Fagundes, coisa que para mim será sempre um absurdo - faz sempre o papel de galã de meia-idade (muitas das vezes numa crise de meia-idade dos diabos) que seduz raparigas muito mais novas, desencadeando o caos no seio familiar, provavelmente derivado ao affair.
Senão vejamos:

Em Presença de Anita, era casado mas andava metido com a Mel Lisboa.
Também fez par com a espectacular Thaís Araújo.
Em Laços de Família, lá acabou por se envolver com uma prima afastada de 18 anos, a Íris (Deborah Secco), que era obcecada por ele; e ainda comia a veterinária da fazenda nas horas vagas.
Também andou a afogar o ganso na Daniellie Winits ou lá como ela se chama - eram amantes nesta novela, que eu lembro-me.

O que é que tem este homem de tão extraordinário, que as mulheres lhe caem aos pés, em todas as personagens que ele representa?!?! Se ainda fosse o Wagner Moura...
Não sei se vos acontecia o mesmo na vossa infância... Mas... Quando vos levavam ao cinema, o vosso filme favorito era sempre o último que tinham visto?

Bombyx mori


Os bichinhos da seda sempre me meteram nojo. Desde larvas rastejantes, passando pelo casulo igualmente repugnante e até atingir o último estágio da metamorfose, quando nos deparamos com uma mariposa semi-peluda e por demais grotesca... Ahrgh!!!
Durante os tempos da Escola Primária, fui incentivada a manter bichos-da-seda numa caixa de sapatos, não sei bem com que objectivo. Testemunhar o ciclo da vida? Analisar a metamorfose? Ou tentar domesticar aquelas criaturas repulsivas?

Fiquem-se pelos hamsters. A sério.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

A minha doutrina chama-se Darwin

Lamento mas não sou crente em Deus. Aliás, na verdade nem sequer lamento. 
Obrigado por nunca me terem baptizado nem afocinhado na catequese em tenra idade, contribuindo assim para uma lavagem cerebral muito pouco Science-friendly.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

JCB = Lady Khadaffi

O José Castelo Branco parece um transformista que vai para uma festa cuja temática é o Khadaffi!

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

O Amor em 4 Estações

fotograma de Sin City


Hoje desenvolvi o conceito de que o amor tem quatro estações. É uma teoria que para mim faz algum sentido, tendo em conta que tudo na vida tem um ciclo; tudo tem princípio, meio e fim. Tudo se renova, de certa forma. Tudo tem o seu declínio. E o amor não é excepção é regra. O amor tem quatro estações, assim sendo.

1. Primavera
Este é o primeiro estágio do amor. Nesta fase, o casal apaixona-se, e desabrocham sentimentos frescos e quase pueris. É o início curioso de um surpreendente fascínio crescente, de joelhos a tremer, de coração acelerado. Ambos ficam algo nervosos antes de se encontrar. Ainda se estão a conhecer mas a empatia é estrondosa.

2. Verão
Paixão de uma intensidade monstruosa. O casal está perdidamente apaixonado e cego. Enraizaram fortes e profundos sentimentos mútuos que tendem a manter-se, o que dá azo a experiências de grande relevância, que ficarão gravadas como memórias importantíssimas para analisar o teor do relacionamento. Expoente máximo da necessidade de manter relações sexuais frequentes e também de expressar a carga emocional presente na ligação do casal.

3. Outono
O casal "assenta". Desenvolveram cumplicidade, confiança e uma amizade especial. Respeitam-se mutuamente e podem contar um com o outro. Já não ficam nervosos quando vão ter um com o outro. A intimidade mantém-se, e com bastante poderio, e as relações sexuais tendem a adquirir outro ritmo, gradualmente. O casal age com mais calma, pondera mais a sua relação, e prefere a serenidade à sofreguidão inicial. É atingida uma certa maturidade no âmbito sentimental mas ambos lidam mais ou menos bem com isso.

4. Inverno
A rotina instala-se. O casal distancia-se sexual, física e emocionalmente. A linguagem corporal deixa transparecer um certo desinteresse, mesmo que seja em pequenos detalhes. As relações sexuais são pouco frequentes ou rotineiras, e o casal já se habituou por completo à presença um do outro e chega a questionar os próprios sentimentos e o que os mantém num relacionamento. Já não pensam tão exclusivamente um no outro nem se valorizam como na Primavera. Encontram dificuldade em compreender a verdadeira razão que justifique continuarem juntos.


Eu sei que cada caso é um caso, e louvo a malta que tem sorte neste sector... Porém, apesar disto não passar de uma teoria (nunca posta em prática, diga-se de passagem, pelo menos falo por mim), assusta-me a ideia de haver sempre um Inverno para toda a Primavera.

Fobia: Baratas

A minha fobia é popularucha e tradicional, quase tanto como a aracnofobia: BARATAS.
Acho que nem devia revelá-la, com medo de represálias, sabe-se lá se alguém não tem a vingativa ideia de me encher o correio ou o leito com baratões...
O meu coração dispara assim que me deparo com espécimes desta praga. O pânico paralisa-me. Ficar sozinha dentro da mesma divisão que uma barata é puro terror.
A fobia é um estado avançado de medo irracional. Por ser irracional é que é uma fobia. Não me venham dizer que têm fobia de baratas se apenas têm nojo, mas no fundo até são capazes de as matar com uma chinelada. Eu nem sequer sou capaz de me aproximar, quanto mais entrar em contacto com uma barata, mesmo que a intenção seja neutralizá-la.
Espero que nunca me apareça uma barata à frente quando eu estiver a morar sozinha na minha futura casa, para o mês que vem. É um medo que ultrapassa o medo de ser vítima de  homejacking, entre outras paranóias possíveis.

Ah, e desengane-se quem achou que eu iria anexar uma ilustração de uma cucaracha a este post. Já basta a confissão.

Turn-Off

A partir do momento em que oiço alguém a dizer "Prontos!" ou "a minha ESPOSA", é um balde de água fria que cai em brasa quente, como cantaria Nel Monteiro.
Lamento informar quem não ache o mesmo, mas dá um ar piroso, azeiteiro, reles, provinciano e iletrado. Toda e qualquer possibilidade de continuação de conversa, após ambas as expressões proibidas terem sido proferidas, cai por terra. E olhem que isto é mais frequente do que vocês imaginam.