domingo, 14 de abril de 2013

Mais olhos que barriga

Estava aqui a lembrar-me daquela vez em que eu e a Cláudia fomos encher o bucho ao Xpreitaqui (massive sandwiches - baguetes bem apetrechadas, acreditem) e no fim, com cara de coitadinhas, confidenciámos mutuamente "não fiquei satisfeita..."... Fomos a todo o vapor até à Mimar - pastelaria no outro extremo do centro histórico - e pedimos dois croquetes de frango, após um salivanço ávido. Quando finalmente, felizes da vida, nos deparámos com os salgados em nossa posse, enquanto passeávamos, chegámos à infeliz e estúpida constatação de que já não tínhamos, afinal, fome suficiente. "Tenho mais olhos que barriga, foda-se...". Que parvas.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Pérolas do MSN #4

(23:16) oh ié bébé IN LA: O nosso fado faz chorar as pedras da calçada by dealema
(23:16) Cláudia: ? anh?
(23:16) oh ié bébé IN LA: frase: "O nosso fado faz chorar as pedras da calçada"
(23:16) - Catarina: epa mto hiphop aqui
(23:16) Nancy Von Doll: choram as pedras, e choro eu a rir c essas pérolas

Que coisa.

Porque é que 50% das raparigas que conheço insistem em dizer Johnny DEEP em vez de Johnny DEPP? E ainda alegam que são fãs #1 do homem. Só visto. Acho que a palavra "deep" as remete para fantasias recônditas com o actor, mas mesmo assim não é desculpa para a soletrarem mal... Enfim.

terça-feira, 9 de abril de 2013

A Península Ibérica não é um país. Portugal não é Espanha. Aprendam.

A pior coisa que me podem dizer é... gracias. Já recebi agradecimentos em castelhano de americanos, alemães e outros que tais. A Dinastia Filipina nunca levou a sua avante mas parecem esquecer-se disso. É a mesma coisa que tomar um Irlandês por Inglês. Acho que daria azo a um banho de sangue.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Pérolas do MSN #3


(16:12) Cláudia: roubaste me o laço de cabedal?
(16:13) Nancy Von Doll: nao roubei nenhum laço. mt menos em cabedal... isso é uma pixa de boi?

Palavra Proibida

Detesto a palavra ABALAR. É horrível. Exemplo: "Quando é suposto abalar??". Esta palavra devia ser banida do vocabulário e léxico gerais. É um verbo que me incomoda sobremaneira. Porém, o termo "ABALO sísmico" não me perturba minimamente.

domingo, 7 de abril de 2013

I'm only happy when it rains

Adoro dias de chuva. As pessoas fazem um drama quando chove mas esquecem-se que a seca de Verão não dará tréguas. Tirando a humidade, que me consegue minar verdadeiramente o cabelo, gosto imenso de andar à chuva. Desperta-me os sentidos. Tudo parece mais vivo e as cores mais garridas. Há mais contraste entre o céu e a terra, e todos os elementos se fazem sentir mais vibrantes.

Portanto, agora que está sol, lembrem-se que também está vento norte. Aguentem-se à bronca com o friozinho.

Obsessões Olfativas #2

Canetas de acetato. Relva fresca. Terra molhada. Torradas semi-queimadas. Lima acabada de cortar. Cola UHU. Brisa marinha no cabelo. Madeira velha. Hortelã. Champô de coca-cola. Amaciador de baunilha. BBQ.

sábado, 6 de abril de 2013

Pérolas do MSN #2

(14:48) Nancy Wilde: broncopneumonia...
(14:48) Nancy Wilde: \m/
(14:49) Claudia: fdx
(14:49) Claudia: n brinkes c isso marrakexe
(14:49) Nancy Wilde: nao tou a brincar, Casablanca.
(14:49) Claudia: és mm parva tânger
(14:50) Nancy Wilde: diz o roto ao nu, Agadir.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Inacreditável

Acabei de ver no noticiário um cabrão aficcionado por tauromaquia a dizer que os manifestantes pelos direitos dos animais deviam, passo a citar "ganhar juízo"... No comment.

Roleta Russa a pedal

Inventei hoje a Roleta Russa para ciclistas. Consiste em entrar desafogadamente num cruzamento à maluca, sem olhar, atravessando a estrada sem hesitações. É 50/50 a probabilidade de se ser abalroada por outro veículo que venha na minha direcção.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Pérolas do MSN

(21:09) Cláudia: babe!!!!!!!!!!!!
(21:10) Nancy Von Doll: conta. e não me chames babe
(21:10) Cláudia: ok bébé

Absolutely.

“When I was young there were beatniks. Hippies. Punks. Gangsters. Now you’re a hacktivist. Which I would probably be if I was 20. Shuttin’ down MasterCard. But there’s no look to that lifestyle! Besides just wearing a bad outfit with bad posture. Has WikiLeaks caused a look? No! I’m mad about that. If your kid comes out of the bedroom and says he just shut down the government, it seems to me he should at least have an outfit for that.

segunda-feira, 1 de abril de 2013

Elucidem-me

Porque é que na noite de Ano Novo só passam filmes eróticos em quase todos os canais de televisão?

domingo, 31 de março de 2013

Hipster-Traste



Este chico-esperto está portanto convencido que mais ninguém sem ser ele conhece os Velvet Underground. O badameco com pinta de assexuado afirma contrariar tudo o que seja mainstream, no entanto, enverga vestes que estão bastante em voga pelas montras da Zara e H&M. O bigodinho à foda-se alia-se a uma necessidade de se auto-afirmar através de uma tendência que até está bastante na berra. Julga-se sabichão erudito e alternativo, no entanto, nunca ouviu falar da estética steampunk - exibida pela rapariga ao seu lado. Incrivelmente, conseguiu chocar-me mais com a sua palermice de wannabe que a Ana Mafalda aka Lolita a dizer que aqueles vestidinhos chegam a rondar os 400 euros. 
Não sei se hei-de rir, se chorar, com tamanha arrogância e pretensão vindas de um gajo que, de tanto que se julga diferente e único, nem se distingue da restante carneirada.

sábado, 30 de março de 2013

"Good afternoon, Herr Schmidt!"

É tão ridículo quando, num filme americano que supostamente se passa na Alemanha, põem os actores a falar EM INGLÊS com SOTAQUE ALEMÃO.
 
Quem diz alemão, diz francês ou espanhol. Custava muito ensinar o idioma ao elenco, ou contratarem actores nativos?

sexta-feira, 29 de março de 2013

Testa

Ocorreu-me cortar os cabelinhos que tenho na fronte, para dar a ilusão de testa maior. Acho que a Ana Bolena fazia o mesmo. Não é uma medida tão extrema quanto a de enfiar silicone na peitaça... mas acho que consegue ser mais ridícula.

L'Amour

Sou uma romântica incurável. Tenho aquela mania de querer viver o amor mais épico, mais proibido, mais apaixonado e menos ortodoxo possível. E algo me diz que este texto que componho é de facto, imensamente cliché. Mas o amor é cliché, não é? Odeio admiti-lo mas não há coisa mais clichézada que a temática romântica.
 
Tantas vezes me apaixonei que chego até a duvidar da autenticidade do sentimento. Às vezes pergunto-me se não será a "febre da novidade" mas pronto... O amor é das coisas mais simultaneamente simples e complexas que existe. É de uma simplicidade... Mas tão complicado.
 
Mas, apesar de todos os sacrifícios, martírios, sofrimentos, ciúmes, cobiças, ataques de choro, raiva e dor... Concluo uma coisa: É uma dádiva, ou um milagre, estar-se apaixonado e ser-se correspondido. Independentemente das circunstâncias. Independentemente do que os outros nos digam. O que importa é aquilo que sentimos, com a nossa intuição e instinto em mode on, claro. Mas a pureza dos sentidos restantes apuradíssima. É fácil imaginar que a outra pessoa também está apaixonada por nós. Difícil é sentir que é isso que a pessoa nos transmite, sem margem de dúvidas. Mas quando isso acontece... é um alívio. Alívio, é mesmo essa a palavra. Ir para a cama com aquela sensação... Não me apetece descrever a sensação porque é demasiado gratificante.
 
As pessoas não têm a noção do quão raro é encontrarem alguém que sinta exactamente o mesmo que elas. Porque é muito fácil uma pessoa apaixonar-se (muito fácil como quem diz; eu então já me apaixonei à primeira vista, se é que isso se considera apaixonar)... Mas é preciso tanta sorte para a outra pessoa, vá-se lá saber porquê, também se apaixonar por nós...! Sim, é curioso realmente, porque a outra pessoa não se apaixona por nós assim por acaso, sem mais nem menos. Quer dizer, pode acontecer e aí é a maior das coincidências... uma coincidência ÉPICA! Magistral. Mas era bom que as pessoas ficassem a gostar de nós a partir do momento em que nos apaixonássemos por elas... Por esse simples facto, seríamos todos correspondidos amorosamente! Mas quando finalmente acontece... A pessoa diz aquilo que pensamos e pensa aquilo que dizemos... E vice-versa... É magia, porra. Ou então é tudo uma ilusão concebida à medida da nossa busca pela felicidade. Um placebo qualquer, não sei. Beats me. Mas o que me ultrapassa mesmo é aquele sentimento que vulgarmente apelidamos de "química". Transcende-me. Ando mesmo lamechas...
 
Sempre fui amaldiçoada no que diz respeito à minha vida amorosa... Mas isso não me impede de ter uma opinião formada sobre isto. O amor, a meu ver, é ver os obstáculos como barreiras naturais que temos de tentar ultrapassar, julgo. É um jogo, tudo isto. Um risco. É acreditar em folhetins romanceados que nos consigam saciar a fantasia durante dias a fio.
 
Ainda hoje fico com os joelhos a fraquejar de tão trémulos. Afluem-me calores e rubores faciais. O ritmo cardíaco altera-se. A serotonina gera euforia. Nem consigo articular bem as palavras. Mesmo que não venha a conhecer um happy ending (bom, os melhores filmes são os que nunca conhecem finais "e foram felizes para sempre"), convém ter alguma esperança e ter sempre em conta que, apesar de tudo, o sentimento prevaleceu, existiu, foi vivido e testemunhado. Pelo menos, o meu. O único consolo dos que sofrem por amor é saber que estamos a experienciar algo que nem todos se dão ao luxo de sentir.

O que é pior? Sofrer as consequências de se estar apaixonado, ou nunca vir a saber o que é estar apaixonado?

quinta-feira, 28 de março de 2013

Tesourinho Hilariante

 
 
A Cher está tão mas tão ridícula neste absurdo teledisco onde se leva a menear por entre os marujos... que só visto mesmo! Mas se calhar sou só eu que acho piada - ao ponto de ter ataques de riso à custa disto.

terça-feira, 26 de março de 2013

Top 10: Séries

Boardwalk Empire - Uma das melhores séries de sempre. Lei Seca, máfia, contrabando, gangsters, o retrato de uma vibrante Atlantic City na primeira metade dos anos 20, com incursões no submundo de Chicago, a ascensão de Al Capone no mundo do crime, corrupção política, situação racial turbulenta com confrontos entre negros e KKK, italianos contra judeus contra irlandeses, histórias de violência, vingança e ganância, personagens absolutamente complexas e caricatas, Steve Buscemi num dos melhores papéis ever e figurinos de fazer inveja a qualquer alfaiate.

Dexter - Mas quem é que não gosta do Dexter? A trama foi evoluindo gradualmente ao longo das temporadas, surpreendendo com novos métodos de matar, novas personagens, novos assassinos em série e novas emoções. Jennifer Carpenter está de parabéns por tão bem interpretar Debra Morgan, uma das personagens mais emocionalmente complexas de todo o sempre.

The L Word - Tenho tantas saudades desta série! E não, não é só mulheres e sexo lésbico. Todas as personagens estão bem caracterizadas e construídas, a banda sonora é fantástica, e a trama oscilava entre amor, tragédia, traição, doença, decadência moral, fetichismo, identidade sexual e uma LA que tanto tem de mente-aberta como de preconceito.

Breaking Bad - As noites que levei em maratona a visionar esta série! É tão mas tão boa, a degradação ética e moral do protagonista deixa-nos colados até ao último instante. Muita violência, lições de química aplicada, efeitos colaterais de consumo e abuso de substâncias, entre outros extremos que tornam San Diego ainda mais sufocante. Ah, e o Aaron Paul é um dos melhores actores desta nova geração.

Californication - Opá, eu nunca achei piada ao Duchovny mas gosto bastante desta série, e olhem que me faltam ver imensos episódios, mas bastaram-me os que vi para perceber que é uma série muito entertaining e que vale a pena perder tempo a visionar.

Six Feet Under - Acho que nem preciso repetir o quão épica foi esta série. Triste, brilhante, real, genial. Fica na memória, e para toda a vida.

Twin Peaks - Já a vi há muiiiiitoooos anos (tenho de a sacar novamente para ver como deve ser!) mas sei que me fascinou sobremaneira. Quanto mais não seja pela OST do Badalamenti e pela Audrey Horne (!). A mística atmosférica de mistério arrebata qualquer espectador. Tudo o que venha do David Lynch é sempre bem-vindo.

Pan Am - Eu sei que esta série não é nenhuma obra-prima mas eu gostei muito. Tem tudo o que poderia fazer-me ficar colada e viciada: 1960's, hospedeiras de bordo, Guerra Fria e respectiva espionagem, figurinos fantásticos. Ah, e claro, a Christina Ricci!

Downton Abbey - British do it better! Eis uma grandiosa série histórica, contextualizada durante o período Edwardiano, e pejado de virtuosos actores e gloriosos figurinos. Maggie Smith, como sempre, arrasa neste drama de época. 

Lip Service - É quase uma versão escocesa de L Word (até dizem que a Frankie é a versão loira da Shane), mas não tão espectacular, e mais light. Porém, gostei muito, explora o submundo de Glasgow, as amizades que se criam, e os amores e desamores que se encontram e desencontram numa cidade sempre cinzenta.

Outras séries que também valem a pena dar uma oportunidade:
Queer as folk
Satisfaction
Matrioshki
Shameless
Sherlock
Whitechapel
American Horror Story
Lost
The Sopranos



A ver em breve:
The Wire
Bates Motel
Girls

Aceitam-se sugestões.

segunda-feira, 25 de março de 2013

The Crying Game

Porque é que chorar é das coisas mais difíceis de controlar? Nem sei o que custa mais: o nó na garganta, qual torniquete, ou os olhos a marejarem de lágrimas, quase a transbordar, tremeluzentes. As lágrimas nunca se esgotam? Além disso, deixam os olhos cheios de papos, inchados.
 
Há dias em que a angústia e ansiedade que nos atormenta é tanta que nem sequer conseguimos ouvir música. Nem nos sentimos aptos, em condições, preparados para mais um dia de trabalho. Não sabemos onde nos enfiar, temos o desejo urgente de nos escondermos dos outros, só queremos dormir ou hibernar... Ou que o tempo passe sem darmos por isso.
 
Gostaria de ser fria, racional, cautelosa. As pessoas só nos desiludem, tirando duas ou três que são uma constante na nossa vida. Às vezes nem é bem desiludir, é revelarem-se aquilo que no fundo, amedrontados, já esperávamos.

sábado, 23 de março de 2013

A Última Sesta

A criatura flamejante vem na minha direcção
Que merda é esta
Que me arrasta
Que me assola
Que me resta
Até à ultima festa
Âncora atracada na eterna sesta

domingo, 17 de março de 2013

Paradoxo Estúpido

Queixo-me frequentemente por nunca encontrar pessoas com quem me identifique, com quem partilhe gostos em comum, com quem me dê bem. Porém, quando encontro alguém que goste das mesmas coisas que eu gosto, que se vista de forma idêntica... Sinto-me incomodada! É como se sentisse a minha individualidade ameaçada, clonada, banalizada, multiplicada, massificada. De repente, deixo de me sentir especial, única, autêntica.

Era suposto eu sentir-me bem quando alguém me diz: "Ah, gostas de noites de lua cheia, de whisky, do David Hamilton, dos anos 20, da Jane Birkin, de ragtime, do Humphrey Bogart, dos Crystal Castles, de ver boxe, de cheesecake de lima, de colarinhos Peter Pan, do Fitzgerald... eu também!!! Temos tanto em comum!", no entanto, fico corroída por dentro, num desconforto palerma, como se fosse mau conhecer finalmente alguém que gosta das mesmas coisas que eu.
Depois, há coisas em que convém mesmo que as pessoas se diferenciem uma da outra: se uma é pessimista, a outra não pode ser igualmente pessimista, senão é receita para a angústia; se uma é sonhadora, é bom a outra ter os pés mais assentes na terra, porque nem só de sonhos se vive; se uma é preguiçosa,... e assim sucessivamente, vocês perceberam onde quero chegar.

Aprendi que o segredo não é o que temos em comum (no fundo até é, tendo em conta que eu me seria incapaz de relacionar com alguém que dorme com uma foto do Justin Bieber, com um fanático religioso, ou com o Ferro Rodrigues - a minha tolerância social já viu melhores dias), em que é que somos iguais, mas sim onde nos completamos e, more importantly, complementamos, mantendo a nossa identidade mas sem por isso deixar de a partilhar e tirar proveito da mesma num convívio ou num relacionamento.

Eu acho que é bom, sim, ter alguns traços em comum, mas nunca a 100% - dá sempre merda. É uma questão de equilíbrio.

Isto.


quinta-feira, 14 de março de 2013

Porque é que não uso brincos?

Porque não calhou. Porque os meus pais não me levaram ao ourives em pequena, com o objectivo de me furar os lóbulos. 
Não tenho qualquer furo em nenhuma das orelhas. Nem piercings, saiba-se. E não me importo. Acho que os brincos me ficariam mal, não favorecendo as minhas orelhas que, não é que sejam de abano, mas têm tendência a destacar-se, sendo algo proeminentes. Deve ser porque tenho a cara estreita e as orelhas sobressaem. Com brincos então, nem quero imaginar.
De qualquer maneira, não sou fã de brincos. Nem de anéis - entro em pânico com a possibilidade de não os conseguir retirar e ter de cortar o dedo.

segunda-feira, 11 de março de 2013

Memory Lane: Arrepios


Goosebumps!!! Eu delirava com esta opening scene... Até acordava cedo só para assistir! 
Mas hoje em dia parece-me menos perturbador...
Porém, tenho saudades. 90's, please come back!

Ódios de estimação

Odeio a Rita Ferro Rodrigues. Desculpem mas acham normal a gaja forçar lágrimas de crocodilo nas mais variadas circunstâncias, inclusive quando acaba de anunciar via telefone que uma senhora ganhou o prémio total de um concurso? Grande cabra sonsa aquela. Curiosamente, nunca mais a vi nos talk shows das tardes da SIC. Assim já não posso descarregar a minha raiva, verbalizando-a através de insultos em frente ao televisor. 
Às vezes tenho saudades de a odiar ainda mais. Escusado será dizer que também odeio o seu progenitor...

sábado, 9 de março de 2013

Preguiça

Sabes que a preguiça é o teu maior pecado mortal quando consideras recomeçar a usar fralda só para não teres que te dar ao trabalho de efectuar a travessia entre o computador e a retrete.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Pint it up!

Não me apetece entrar em clichés típicos da ocasião, mas não resisti a postar isto. Como resposta aos homens que dizem que uma mulher fica mal a beber pela garrafa. Ou que uma mulher não sabe apreciar vinho... Ou que o whisky não é bebida para mulheres. E poderia continuar mas é melhor ficarmos por aqui antes que eu me irrite.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Now and Then: Bloodsuckers - A desprestigiante evolução dos vampiros!

ANTES:

DEPOIS:
Não sei o que se passou mas os vampiros passaram de criaturas obscuras, misteriosas, nocturnas e mantendo a sua aura de charme e imponência de meter respeito... a comuns seres do fantástico, que disputam poder e sexo entre lobisomens e zombies. Brilham ao sol, brilham no escuro, é orgias e efeitos especiais altamente sofisticados para retratar o vampiro moderno, o drácula actual. Lamentavelmente, não consigo respeitar tal personagem. É toda uma magia que se perde. Todo o fenómeno tem o seu tempo de antena e quando vira moda e cai na vulgaridade, torna-se uma patetice massificada que roça o ridículo. O culto dos vampiros pode ter ido longe demais, mas pelo menos que conservassem o bom gosto.