segunda-feira, 26 de novembro de 2012

*Momento emocore do dia*


De vez em quando... Não imaginam o vosso próprio cortejo fúnebre? Sei que não estamos propriamente em horário nobre para falar sobre isto mas... De vez em quando eu visualizo o meu funeral, com todos os familiares e amigos a comparecerem in loco, tentando imaginar as reacções de todos perante a minha perda. Pode parecer estranho, mórbido ou doentio mas não devo ser só eu a pensar nisso de vez em quando. Dou por mim a imaginar o meu funeral quando estou na cama, quando não consigo dormir. Será uma maneira, uma tentativa de me reconfortar, de me consolar por interiorizar que a minha morte faria muita gente (muita... vá... algumas pessoas) infeliz?... Por um lado, é um alívio. Não sei explicar exactamente porquê. Desconfortável... mas aliviante.

Sinto-me triste e desanimada por sentir que já não me consigo expressar/exprimir tão bem como antigamente. Os neurónios não ressuscitam mas será que ainda posso fazer alguma coisa pela minha eloquência?...

Desculpem o desabafo, mas hoje é um daqueles dias em que desejo desesperadamente que me levem a sério. Também desejaria restaurar o meu apetite em todas as suas faculdades gustativas, não vá um dia porem-me um arroz de pato à frente e eu dizer-lhe "já não te amo".

3 comentários:

  1. Bem, eu tenho temido mudar, Porque eu construí minha vida ao seu redor, Mas o tempo traz coragem; crianças envelhecem, Estou envelhecendo também.(sinopse do meu blog)
    Acessa o meu blog?
    "Crianças Envelhecem"

    http://criancasenvelhecem.blogspot.com.br/

    Espero a sua visita, se gostar do meu blog, segue lá, ficarei muito feliz.
    Desde já obrigada, tenha uma ótima semana.
    Atenciosamente Dinha.

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  2. Eu penso nisso muitas vezes, inclusivamente nos pormenores (ser cremada ou enterrada), Lembro-me de estar muito zangada com alguém e pensar em fazer uma lista para dar à minha mãe (se morrer antes dela) de pessoas que eu não quero que apareçam no funeral.

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    Respostas
    1. Eram barradas à entrada por algum cangalheiro, portanto! Bronca na casa mortuária!!!

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