domingo, 30 de junho de 2013

Marcas Brancas

Uma das melhores coisas à nossa disposição no supermercado é a existência de alternativas genéricas aka produtos de marca branca. Que é, como quem diz, a mesma merda, em recipiente e rótulo diferente, por um preço mais acessível.

No entanto, ainda não encontrei substituto suficientemente clone para certas coisas, como é o caso da Coca Cola, do iogurte grego da Danone, ketchup Heinz, maionese Calvé, Chocapic, ...
Nenhuma réplica dos acima citados me conseguiu satisfazer da mesma maneira.

E para vocês, quais são os autênticos insubstituíveis?

E não, não estou a fazer publicidade. É apenas a minha opinião/gosto pessoal.

sábado, 29 de junho de 2013

Pérolas do MSN #14

(15:42) Cláudia: pk que a marilyn parece um macaco?
(15:42) Nancy Von Doll: pq ta em estado de putrefacção

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Cadastra-mos

Vá, confessem lá: se tivessem sido apanhados, que crimes constariam no vosso cadastro criminal? Vale tudo!

Furto qualificado 
Violação de correspondência 
Atentado ao pudor 
Fogo posto 
Vandalismo 
Porte de arma branca 
Invasão de propriedade 

Invasão de privacidade 
Ofensa à integridade física 
Falso testemunho 

Desacato 

sábado, 22 de junho de 2013

O Sorriso Imbecil (aka Sorriso Idiota) de Nancy Wilde


Para quem não sabe, fica a saber... Quando estou perante uma situação banalíssima na qual não sei se é suposto ficar séria, se não, esboço um esgar de palermice, com um certo regozijo espelhado no olhar, que é o chamado Sorriso Imbecil. É uma mistura entre sorriso amarelo e sorriso-que-faço-para-não-me-rir-descontroladamente. Faço-o em média uma vez por dia. Já o fiz em situações pseudo diplomáticas, em situações em que fiz de tudo para conter o riso, enfim, de tudo. Até quando estou derretida e apaixonada, o meu look of love tranforma-se no tal sorrisinho imbecil. É um sorriso que pode ter variações, por vezes adopta um lado mais psicótico que, associado com o olhar, confere uma essência à la Alex DeLarge (A Clockwork Orange). Quando esboço o sorriso em questão, por vezes, fico com um ar meio estrábico, vago, como que a olhar no vazio, absorta, ou em contrapartida, observo fixamente.

sábado, 15 de junho de 2013

small short sweet

Sempre fui petite. E nunca fiz disso complexo. Quer dizer, houve vezes que fiz, porque  às vezes olho-me ao espelho e sinto-me na merda. E olhem que eu sou queixosa até mais não. Porém, sei bem que não correspondo aos ideais de beleza contemporâneos e convencionais. Meço aproximadamente 1,63m e peso 47kgs. Irrito-me piamente quando me acusam de não ter bebido leite suficiente na minha infância, justificando não ter crescido mais até atingir um delicioso 1,70m. Ok, é verdade de facto que nunca fui fã de leite *blergh*, mas sempre enfardei (e de que maneira!) queijo e outros lacticínios. Não me venham com merdas. Acho que é tudo uma questão de hereditariedade também. Os genes e o carago.

Também não tenho curvas, não sou voluptuosa, nem particularmente bem feita de corpo, e muito menos atlética. Defendo que se deve cultivar mais o estilo que o corpo. Mas se calhar só digo isto por saber que só levo avante no estilo e não no corpo. Nunca fui adepta de praticar desporto ou qualquer exercício. No máximo, quando acho que tenho uma espécie de pança a emergir, faço uns abdominais de pexisbeque na cama. Ah, e, claro está, o vai-e-vem diário de bicicleta para o trabalho.

Nunca fui de dietas, sempre que tenho apetite enfardo que nem uma brutamontes, tudo o que me apetecer, e se não for esse o caso, é por mero e trágico impedimento por motivos de saúde. Não há nada como hidratos de carbono, sal, açúcar, comida italiana, chop suey, chocolate, panquecas, croissants, picanha na brasa, kebabs com molho de alho, quiche de cogumelos, salmão com batatas fritas com queijo derretido a cavalo, cheesecake, panados, etc, etc... Enfim, as calorias que nunca conto, portanto.

Pois é, nunca fui uma jovem de fazer parar o trânsito (neste contexto de corpo perfeito, claro). E não acho que me deva tentar sobressair ou auto-afirmar pela lei da sobrevalorização corporal. Auto-objectificação sexual foi coisa que nunca me deu na telha. Não tenho grandes ancas. A minha mãe diz que tenho corpo de criança e que quando tinha 15 anos era mais encorpada, no bom sentido. E então? Que tenha.

E já agora, porque raio é suposto as mulheres serem altas? A menos que sejam top models, não vejo motivo para tal. É bonito ver umas pernas longas e tonificadas e claramente que adorava ter umas assim mas não tenho. Queremos sempre o que não temos. Será que algum dia foi considerado sexy ter umas pernas pequenas?! Na China, who knows, onde pés e pénis se querem miniatura...?

Quantidade não é qualidade. E quando digo isto aproveito para referir também que os implantes de silicone não são bem-vindos. E é daquelas coisas, que é pior a emenda que o soneto. Não me importo de ver umas mamas pequenas desde que sejam bonitas, delicadas, apetecíveis. Seios fartos? Mamalhões de parideira? Lolo Ferrari wannabe? No, thanks. Chego a achar deselegante. 

Algo me diz que, depois deste parágrafo vou receber comentários género "Invejosa! Quem desdenha quer comprar." mas acho que seriam inválidos, tendo em conta que ninguém - nem mesmo eu própria! - sabe o meu tamanho de soutien.

Conclusão: quanto mais obcecados andarmos pela nossa imagem corporal, menos aproveitamos da vida.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Aquela altura do ano

A sério que a malta fica em brasa por andar no meio de multidões ruidosas a tresandar a peixe assado, ao som de música popular?

Stimulate the Prostate!

Eis a Experiência Cristóvão Colombo (por mares nunca antes navegados)! Uma epopeia rectal onírica e promissora, garantidamente proveitosa e satisfatória para o homem. Este é o método mais softcore para deixar o recto masculino em brasa. Estimulem a próstata. Este conselho é útil, trust me. Do género "Como sodomizar um homem Parte I". Com isto quero apenas dizer aos quatro ventos que esta prática é muito gratificante para o homem. Vocês, gajos, deixem-se de preconceitos e homofobias e afins, e desfrutem. Open your mind. Está cientificamente provado (está MESMO, até um urologista garantirá que não são histórias da carochinha) que isto dá mesmo prazer ao homem. É o ponto G masculino. Escusam dizer NUNCA a isto, uma vez que é um reflexo que só vos fará conhecer um novo meio de satisfação sexual. Aconselho também carícias lambuzadas (vulgo botões de rosa nos classificados do jornal) no ânus do Monsieur, serão bem-vindas, mesmo que ele alegue que não. Os homens têm imenso medo de experimentar este tipo de coisas por ter uma noção que, dada a concentração de terminações nervosas no esfíncter anal, podem mesmo vir a ter um prazer tal que os fará querer repetir a dose. Deixem-se de ideias pré-concebidas e experimentem. Só estou a fazer propaganda salutar, sem ferir susceptibilidades (ou não).

domingo, 9 de junho de 2013

Pérolas do MSN #14

(15:12) Nancy Wilde: faz puré de maçã
(15:12) Nancy Wilde: eu ontem comi javali, senti me o Obelix
(15:12) - Catarina: isso da me vomitos desculpa
(15:12) Nancy Wilde: principe alberto do mónaco=pai da tânia
(15:12) Nancy Wilde: tu irias gostar de javali. é caça grossa...
(15:12) - Catarina: epa
(15:12) - Catarina: respeito

sexta-feira, 7 de junho de 2013

O Momento Final

Isto é um bocado como perguntar red pill or blue pill? mas é o seguinte: preferiam morrer durante o sono, isentos de sofrimento e aflição, numa paz profunda... ou estarem alerta, despertos, absolutamente conscientes no momento da morte? Entre o medo e a curiosidade mórbida (literalmente), qual seria a vossa escolha final? Gostariam de ter a noção que estavam a morrer, e desfrutar assim de uma experiência cerebral transcendente, que nem uma trip de psicotrópicos poderia proporcionar. Claro que é chato não poderem vir a relatar a experiência mas com certeza que não há-de ser muito diferente dos relatos quase-morte que se ouve por aí. E mais uma vez eu alego que o que se sente não é a alma a ir para o além, mas sim a actividade cerebral a pifar.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Cedo Erguer

Acordar cedo é das piores coisas de sempre. A luz matinal é fria e deprimente, como que uma versão natural de uma luz de cozinha. O dia a começar apenas me inspira um cenário desolador e desconsolante. Largar a cama é tão agressivo como nascer. Um choque de temperaturas. É pior que acordar de ressaca. Não consigo articular palavras, não consigo pensar, não consigo tolerar ruídos. O chilrear dos passarinhos ecoa em tons que considero agudos. O estômago está embrulhado, não preparado ainda para receber comida, mas vazio e agoniado. Se tento comer, quase regurgito. Fico tão preguiçosa que até bocejar me custa. Rezo para que mais ninguém esteja acordado porque não consigo conviver e socializar de manhã. Mau-humor e apatia. Letargia em estado bruto. E se me enfiar no duche logo depois de acordar, quase adormeço no meio do vapor. Sempre que me deito com um despertar precoce à minha espera, nem consigo adormecer. Sinto uma ansiedade própria antes de acordar cedo, um desconforto. Mais vale fazer directa e não ter de acordar. Mas é melhor não. Resumindo, o romper da aurora é um dos estágios mais violentos do quotidiano. De manhã, só estou bem é na cama. Não é saudável, eu sei, mas é mais forte que eu, e contra factos não há argumentos.

 

sábado, 1 de junho de 2013

Pérolas do MSN #13

Nancy diz: hj sera a tua ultima ceia
Nancy diz: reúne os apóstolos.
Cláudia diz: se eu amanha aparecer morta
Cláudia diz: vais te sentir mt culpada
Cláudia diz: portanto
Cláudia diz: ve la o que dizes