sábado, 15 de fevereiro de 2014

Shower Surf

O mais próximo que estive de surfar foi estar na banheira com um tapete cujas ventosas já perderam toda e qualquer aderência.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Ménage à trois

A minha opinião sobre este conceito de tripla interacção sexual é muito simples. Ora, três é um número ímpar. Dividam uma pizza em 3 partes... Há sempre alguém que vai comer menos! Pois é.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Não, obrigado.


Senhor da ZON: Boa tarde, estão interessados em ter ZON?
Pai: Não, nem ZON nem Miau Miau!
Eu: É MEO!!! O senhor não te está a vender mefedrona, porra!
Mãe: Hã? Ah, é o homem da Cabo Visão? Não estamos interessados!

sábado, 28 de dezembro de 2013

Coisas que gostaria de fazer num futuro próximo

1. Saltar de pára-quedas
2. Contemplar uma aurora boreal
3. Publicar um livro
4. Atirar um Cocktail Molotov

5. Disparar uma arma

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Uma questão pertinente

Epá sim, já sei que tá tudo em modo natalício mas abateu-se sobre mim uma questão que considerei igualmente pertinente: vocês, raparigas que tiram fotos em vestidos reduzidos no meio da neve, não morrem de frio?! Ou sentem frio mas aguentam-se à bronca? Photoshop na pele de galinha? Contem-me o vosso segredo.

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Rádio Fantasma

Quando era pequena e captava uma qualquer difusão radiofónica vinda de dentro de um idoso, ficava muito intrigada, diria até assombrada. Não percebia de onde vinha o som, só mais tarde me apercebi que alguns senhores preferem levar o rádio dentro do casaco, qual telefonia ambulante.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Cliché but true

Acredito que, na vida, só existam duas maneiras de encontrarmos a felicidade genuína: quando somos crianças e quando vivemos um amor (ou paixão) correspondido.

sábado, 9 de novembro de 2013

BBQ nº5

Vou pedalando pelo pavimento de atrito e brita até ao meu local de trabalho. Assoma-me às narinas um intenso aroma a carne grelhada, churrasco com tudo incluído. O sol brilha mas respeita o meu personal space, mantendo uma distância de segurança. Fico obcecada com o barbecue ali mesmo ao lado, não visível mas perceptível. O meu corpo está ali, a minha cabeça está algures. Dou azo a múltiplas fantasias que , protagonizadas por picanha e entremeada no carvão, me fazem salivar. Porque eu quero sempre a comida do outro, do próximo, do vizinho, a comida que não é minha, mesmo tendo eu o meu frigorífico atolado em mantimentos, a abarrotar.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Kowabunga!


Sempre me identifiquei com as Tartarugas Ninja. Moravam no esgoto, que parecia escuro, acolhedor e ameno - que underground! Partilhavam as catacumbas urbanas com uma ratazana que envergava um robe (ou kimono, vá), Mestre Splinter de seu nome. Eram totalmente viciados em pizza. Tinham nomes de artistas renascentistas e eram leais entre eles. Acho que qualquer criança gostava de levar uma vida assim. Ou então as minhas prioridades estão totalmente erradas.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Medo

O maior terror durante os tempos de escola era, não o bullying, não o professor, não o teste-surpresa... Mas sim o pé de atleta. Quem é que se aventurava a deambular pelos balneários a pé descalço? Ninguém. Partilhar chinelos? Jamais. Histórias aterrorizantes sobre fungos nos pés e comichões épicas, assombravam-nos os ouvidos durante as aulas de Educação Física. Eu, felizmente, nunca sofri dos pés, nesse sentido fúngico. Mas os relatos que ouvia perturbavam-me e isso bastava para que eu nem tirasse as meias perto da zona dos chuveiros. Pior que isso, só aquela treta que pregavam às crianças sobre as hemorróidas: "Se te sentares numa cadeira ainda quente da outra pessoa, apanhas hemorróidas!" (isto, partindo do princípio que a pessoa que lá se sentou antes sofria de hemorroidal). As coisas que eu me lembro...!

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Blergh

Se há coisa que me causa repugnância é ver um grupo de gajos a observar as mulheres para, em vez de apreciar o que gostam nelas, estar a contar defeitos, seja a celulite, as estrias, a pança, ou qualquer outra imperfeição. Levam ali, com regozijo, pior que velhas alcoviteiras, a manifestar um desrespeito ridículo pelas mulheres, no seu conjunto. E choca-me que percam o precioso tempo a tentar encontrar defeitos nos outros em vez de apreciar o que seria suposto apreciar. Nem todos podemos ser a  Sara Sampaio nem a Adriana Lima, e ainda bem, porque para clones já bastou a Dolly, e já chega de carneirada.

sábado, 28 de setembro de 2013

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Catristofe


Saudades das memórias
Foram factos? Foram histórias?
O vazio que fica depois
O antes que anoitece em vão
O embrião que amanhece
Na densa fumaça que nos devora
E que nunca chega em boa hora

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Pérolas do MSN #16

(15:25) Nancy Von Doll: que ganda caprino...!
(15:25) Cláudia: para c isso
(15:25) Nancy Von Doll: pq?!
(15:26) Cláudia: pk a palavra caprino é horrivel e nao tem qq piada e disseste duas vezes seguidas

sábado, 31 de agosto de 2013

Regresso às aulas

Queixo-me por estar sempre a trabalhar mas o facto é que já não passo pelo tormento que é voltar às aulas. Não tenho saudades nenhumas dos meus anos passados na escola. A obrigação escolar conseguia ser pior que a obrigação laboral, no sentido em que não recebia nenhum salário como recompensa pelas horas de suplício, estudo, sala de aula, Educação Física (traumático!), comer em cantinas de qualidade duvidosa, lidar com a minha abissal lacuna de popularidade e algum ódio pelos meus colegas que passavam os intervalos a gozar comigo... Enfim, todo um tormento dantesco que sinceramente, nem que me pagassem, jamais voltaria a repetir.

Lembro-me de ficar terrivelmente tensa aquando da chegada de Setembro: um ano lectivo novinho em folha (e promissor aos olhos de todos os outros), uma nova turma, professores assustadores (reputação infernal, informações que circulavam pela escola qual mito urbano, sobre o quão vingativo era o professor de Inglês ou o quão agressiva era a professora de Matemática).

Voltar a um lugar onde tudo o que tenho de fazer é contra vontade sempre me causou agonia. Portanto, respiro de alívio nesta altura do ano, aproveitando o Outono que se avizinha, sem a ansiedade pré-escolar.

Para não falar na merda dos livros! Coitado do meu pai, que chegava a desembolsar uns vinte contos para financiar toda aquela maldição que levávamos nas mochila que nem burros de carga, evitando assim uma "falta de material". E depois ainda tinha que forrar aqueles calhamaços com papel aderente!

Portanto, quem alega que os melhores anos da nossa vida são passados na escola, deve ser, ou professor, ou masoquista!

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Pérolas do MSN #15

(12:52) - Catarina: um gajo ja atravessou o canal da mancha
(12:52) - Catarina: 9h30
(12:53) - Catarina: a nadar
(12:53) - Catarina: eu n aguentava
(13:01) Nancy Wilde: Veneras Orientais...!
(13:02) - Catarina: tas parva

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Coisas insignificantes que me irritam

Aquelas pessoas que me dizem "Ai, estás toda pin-up!", só porque calhou eu estar com os lábios pintados de vermelho.

domingo, 18 de agosto de 2013

Não confiar em...

Gajos incapazes de beber Coca-Cola (quem diz Coca-Cola, diz Fanta ou cerveja) directamente pela lata. A sério, é que se eles têm nojo de estar boca-a-boca com o orifício por onde estão a beber algo que até lhes sabe bem, imaginem no resto...

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Édipos, much?

Os homens têm todos um problema grave quando alguém lhes chama filhos da puta. Podem mandá-los à merda, chamar-lhes cabrões... Isso "tudo bem".
Eu posso insultar um homem com o intuito de o ofender a ele e só a ele, mas o gajo cega, sobe-lhe à cabeça aquele instinto protector, em que se vê na obrigação defender a progenitora! Eu bem tento explicar que filho da puta, na gíria comum, não significa que, efectivamente, a mãe dele é uma puta, mas não me serve de muito. E pensava eu que levava as coisas demasiado à letra. Vai lá curar esse complexo de Édipo, se faz favor...